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A atuação da arbitragem no empate entre Flamengo e Estudiantes, pela Libertadores, gerou forte revolta nos bastidores do clube carioca. O motivo principal foram dois lances considerados claros para expulsão que acabaram ignorados durante a partida.
O primeiro episódio aconteceu ainda no primeiro tempo, quando Farías deu uma entrada dura por trás em Emerson Royal. Apesar da gravidade do lance, o árbitro aplicou apenas cartão amarelo, gerando protestos imediatos dos jogadores rubro-negros.
Já na etapa final, a polêmica se repetiu. Tomás Palacios, que já havia sido advertido, fez uma falta forte em Bruno Henrique, mas novamente o juiz optou por não expulsar o jogador argentino — decisão que aumentou ainda mais a indignação do Flamengo.
A avaliação de especialistas em arbitragem reforçou a revolta rubro-negra. Segundo análise, os dois lances eram, sim, passíveis de cartão vermelho, o que poderia ter mudado completamente o rumo do confronto.
Internamente, o sentimento foi de prejuízo claro. Membros do clube entenderam que a arbitragem acabou sendo decisiva ao “aliviar” para o Estudiantes em momentos cruciais do jogo, marcado por entradas duras e clima tenso do início ao fim.
Mesmo diante das polêmicas, o Flamengo conseguiu segurar o empate fora de casa e segue vivo na briga pela liderança do grupo — mas com um forte sentimento de injustiça após mais uma noite quente na Libertadores.
