Foto: Adriano Fontes / Flamengo
O Flamengo elevou o tom em uma disputa judicial envolvendo Gerson e seu pai, Marcão. Em uma manifestação apresentada à Justiça, o clube afirmou que os dois estariam tentando prolongar o processo que envolve uma cobrança de R$ 42,7 milhões.
Segundo a argumentação do Flamengo, pedidos de novas perícias e apresentação de documentos não seriam relevantes para a solução do caso. O clube classificou a movimentação como uma tentativa de retardar o encerramento da ação.
Pedido de perícia foi rejeitado
Um dos pontos discutidos no processo envolve uma carta manuscrita de demissão apresentada pelo jogador. A defesa de Gerson solicitou uma perícia grafotécnica para analisar o documento.
O Flamengo contestou o pedido e alegou que o próprio atleta já havia reconhecido ter assinado a carta. A Justiça rejeitou a solicitação, considerando a perícia desnecessária.
Na manifestação, o Rubro-Negro também questionou a conduta dos réus e afirmou que haveria uma tentativa de postergar uma decisão que, na avaliação do clube, seria desfavorável a Gerson e Marcão.
Defesa de Gerson contesta versão do Flamengo
Do outro lado, Gerson apresentou uma versão diferente sobre a carta. O jogador afirma que teria sido orientado pelo próprio Flamengo a escrever o documento, com o objetivo de viabilizar sua transferência para o Zenit.
A defesa do atleta classificou a ação movida pelo clube como “covarde” e contesta a cobrança apresentada pelo Rubro-Negro.
O processo segue na Justiça e envolve justamente a discussão sobre os valores e as circunstâncias que cercaram a saída de Gerson do Flamengo.
