Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
O Flamengo tem motivos para acompanhar de perto a Copa do Mundo de 2026, mesmo fora das quatro linhas. Além da representatividade entre as seleções, o clube carioca pode garantir uma receita milionária por meio do Programa de Benefícios aos Clubes da FIFA, que remunera equipes que cedem atletas ao torneio.
A estimativa é que a FIFA pague cerca de US$ 11 mil (aproximadamente R$ 55 mil) por dia para cada jogador convocado. Com quatro atletas já confirmados na seleção brasileira — Danilo, Alex Sandro, Léo Pereira e Lucas Paquetá — o Rubro-Negro teria direito a cerca de R$ 223 mil diários.
No entanto, o valor pode mais que dobrar caso outros nomes do elenco sejam chamados por suas respectivas seleções. Arrascaeta, De la Cruz e Varela aparecem entre os cotados do Uruguai, Gonzalo Plata é presença frequente nas listas do Equador, enquanto Carrascal tem chances de defender a Colômbia. Com nove representantes no Mundial, a projeção é de aproximadamente R$ 500 mil por dia entrando nos cofres rubro-negros.
Mesmo em um cenário de eliminação precoce das seleções ainda na fase de grupos, cada jogador convocado pode render mais de R$ 1,2 milhão ao clube. Dependendo da campanha dos países participantes, o montante final pode alcançar cifras expressivas ao longo da competição.
O Flamengo é um dos clubes brasileiros mais beneficiados pelo modelo de compensação da FIFA e pode transformar a participação de seus atletas na Copa em uma importante fonte de receita para a temporada.
